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Diversidade é uma questão que parece não faltar pela música e entre os músicos nacionais nos últimos tempos. A cada botão do rádio ou do controle da Tv, poderá-se deslocar-se da sofrência de Marília Mendonça à delicadeza de Anavitória. Ou quem sabe espiar o rebolado de Anitta, vibrar com os agudos de Pabllo Vittar, curtir o rap do Projota.

Alguns artistas, mas, ainda sinalizam buracos nessa representatividade e veem espaço para novos estilos. É o que ocorre com a banda Funtastic, que surgiu existe um ano e meio como a primeira banda gay do nação. “, confessa Jhury Nascimento, que ao lado de Edson Bibiu, Lucas Oliveira e Thiago Basseto formam o quarteto do grupo. Nascimento, que toma a frente pela hora de falar na banda, diz sem vexame que não tinha experiência alguma com o canto quando decidiu se unificar aos 3 colegas. Na realidade, foi a dança que uniu o quarteto, já acostumado com o estrelato por conta de “suas artistas” –as famosas para as pessoas que eles dançavam.

Sim, a formação dos novos cantores foi toda pela dança. A combinação dos, de imediato, cantores ocorreu em 2017 para um projeto ainda voltado para a dança. Todos de imediato se conheciam de academias de dança, testes e de encontros pela rodovia. Naquele instante, a ideia era insuficiente audaciosa. Eles só queriam dançar, fazer uns videos, talvez gerar um canal no YouTube, meio tipo Fit Dance.

“Nós imediatamente dançávamos nas maiores tops do Brasil e isso dá força nas redes sociais. Eles mesmo, os fãs, começaram a criar este artigo nossos postagens. Até que um pessoal enorme de geração começou a enxergar e a se interessar dessa maneira. Nós viramos uma novidade, a primeira gay band. Isso não existe”, recorda Bibiu.

A ideia de cantar não partiu do grupo, que diz ter se amedrontado com a proposta desses “grandes produtores”. “Eles falaram: ‘Quero que vocês cantem também’. A gente parou e falou: “O que que ele está pensando? ’”, recorda Oliveira. “Dançar é acessível, vamos sair dessa zona de conforto”, teria dito o produtor antes do quarteto aceitar. A primeira música de serviço, “Balança a Raba” foi lançada em fevereiro de 2018. “A aceitação do público foi maravilhosa. Até desse modo, toda humanidade achou que era uma combinação para fazer filme e dança, e no momento em que veio a música as pessoas ficaram surpresas e disseram: “Caramba”, brinca Nascimento aos risos.

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Apesar de comprovar que ainda está em fase de aceitação do público, a banda neste instante tem suporte de fãs e de “suas artistas”, com a finalidade de Ludmilla ser considerada madrinha do grupo. Após a música de lançamento e de “Não Vou Parar”, gravada com Ludmilla, o grupo aposta já em “Taku Fogo”, música apontada pelo quarteto com o “start do público”. A gente não faz música pra um único público.

É para todos, é pra dançar, é para se sentirem felizes. É exatamente isso que a gente traz. Preconceito bem como não é uma coisa nova para os quatro amigos que chegaram a passar deste jeito dentro de residência na infância e adolescência. Bibiu, Nascimento e Basseto contam que tiveram resistência, principalmente do pai na hora que decidiram pela dança.